As barragens estão baixando o nível e soltando menos água.
Duas das três estão soltando menos água, e o nível baixa em duas.
desce da cadeia agora
884m³/s↑
subindo de 838 em 2 h
típico 173máx 12.194 · mai/24
ficando nas barragens
21m³/s
praticamente todos na 14 de Julho
A vazão que desce e a chuva
O que sai de 14 de Julho e a chuva medida em Muçum, no mesmo eixo de tempo: a chuva no alto, a vazão embaixo.
chuva, até 13 mm/hvazão em m³/s · pico 2.176
01.0002.000
03/11 13h04/11 7h05/11 1h05/11 19hagora
Choveu 75 mm em Muçum; a hora mais chuvosa foi 04/11 1h, com 13 mm. A vazão que desce de 14 de Julho foi de 28 a 2.176 m³/s, com pico em 05/11 15h.
Vazão de hora em hora, publicada pelo operador (CERAN). Chuva medida na estação de Muçum, um ponto só, não a média da bacia. Pontilhado: típico, 173 m³/s.
chuva, até 13 mm/hvazão em m³/s · pico 2.176
01.0002.000
30/1001/1103/1104/11agora
Choveu 75 mm em Muçum; a hora mais chuvosa foi 04/11 1h, com 13 mm. Sem leitura de chuva em 1 hora, então o total pode ser maior. A vazão que desce de 14 de Julho foi de 28 a 2.176 m³/s, com pico em 05/11 15h.
Vazão de hora em hora, publicada pelo operador (CERAN). Chuva medida na estação de Muçum, um ponto só, não a média da bacia. Pontilhado: típico, 173 m³/s.
chuva, até 70 mm/diavazão em m³/s · pico 2.176
01.0002.000
22/1026/1030/1002/11agora
Choveu 100 mm em Muçum; o dia mais chuvoso foi 04/11, com 70 mm. Sem leitura de chuva em 1 hora, então o total pode ser maior. A vazão que desce de 14 de Julho foi de 28 a 2.176 m³/s, com pico em 05/11 15h.
Vazão de hora em hora, publicada pelo operador (CERAN). Chuva medida na estação de Muçum, um ponto só, não a média da bacia. Pontilhado: típico, 173 m³/s.
chuva, até 70 mm/diavazão em m³/s · pico 2.176
01.0002.000
07/1015/1022/1030/10agora
Choveu 160 mm em Muçum; o dia mais chuvoso foi 04/11, com 70 mm. Sem leitura de chuva em 1 hora, então o total pode ser maior. A vazão que desce de 14 de Julho foi de 28 a 2.176 m³/s, com pico em 05/11 15h.
Vazão de hora em hora, publicada pelo operador (CERAN). Chuva medida na estação de Muçum, um ponto só, não a média da bacia. Pontilhado: típico, 173 m³/s.
chuva, até 133 mm/diavazão em m³/s · pico 4.477
02.0004.000
07/0922/0907/1022/10agora
Choveu 561 mm em Muçum; o dia mais chuvoso foi 21/09, com 133 mm. Sem leitura de chuva em 2 horas, então o total pode ser maior. Na média de cada dia, a vazão que desce de 14 de Julho ficou entre 100 e 4.477 m³/s, maior em 22/09. De hora em hora, o maior valor foi 11.893 m³/s em 21/09 23h.
Vazão em média diária (ANA/SAR). Chuva medida na estação de Muçum, um ponto só, não a média da bacia. Pontilhado: típico, 173 m³/s.
chuva, até 133 mm/diavazão em m³/s · pico 4.477
02.0004.000
08/0831/0822/0915/10agora
Choveu 699 mm em Muçum; o dia mais chuvoso foi 21/09, com 133 mm. Sem leitura de chuva em 5 horas, então o total pode ser maior. Na média de cada dia, a vazão que desce de 14 de Julho ficou entre 100 e 4.477 m³/s, maior em 22/09. De hora em hora, o maior valor foi 11.893 m³/s em 21/09 23h.
Vazão em média diária (ANA/SAR). Chuva medida na estação de Muçum, um ponto só, não a média da bacia. Pontilhado: típico, 173 m³/s.
Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho, no rio das Antas — que passa a se chamar Taquari logo abaixo delas. Leitura de hora em hora, publicada pela CERAN.
= chuva e afluentes do trecho: o que sai de uma barragem + a gota = o que entra na seguinte.
As duas barras de cada box comparam os dois números: a de baixo mais comprida = saindo mais do que entra;
iguais = entra e sai o mesmo; a de cima mais comprida = segurando água. Tudo em m³/s.
Últimos 30 dias, lado a lado
leitura diária · SAR/ANA · escala própria por barragem
Está 0,65 m acima do máximo normal de operação — situação comum nesta usina. Faltam 5,71 m para o maximorum, o limite de projeto.
entra
321 m³/s
=o que entra, sai
sai
336 m³/s
Parou de segurar: 68% da saída passa direto.
Daqui para baixo, o que chegar segue para a próxima cidade sem ser retido.
Esta usina acumula 4,60 hm³ de volume útil, o suficiente para segurar cerca de 4 h da vazão que está saindo agora. A fonte não publica a porcentagem cheia dela.
nível a montante · últimas 12 horas↓baixando3 cm em 2 h
máx. normal 240,00 m
de 240,65 a 240,83 m nesta janelaamplitude 18 cm
A linha tracejada é o máximo normal de operação (240,00 m). A escala vertical é ampliada e mede no mínimo 10% da faixa de operação desta usina, esticada até caber o máximo normal, para que uma oscilação pequena não pareça uma queda.
por onde a água sai
106 m³/s pelas turbinas. Saída controlada, com teto físico.
229 m³/s passam direto. Sai pelo vertedouro, que não tem controle de vazão. Só acontece quando o reservatório não consegue mais segurar.
entra e sai · últimas 12 horassai↓baixandode 351 para 336 m³/s em 2 h
entra saimáx 436 m³/s · 06/11 → 11:00
últimos 15 dias · ANA/SAR
máx 535 m³/s
23/10 → 06/11uma leitura por dia, das 00h
O histórico longo desta usina só existe em ritmo diário, no SAR da ANA. Fica separado do gráfico de cima porque uma barra de hora e uma de dia não podem ter o mesmo tamanho.
medido
A saída caiu 5 m³/s da leitura anterior para esta. Não há projeção: o site mostra o que o operador publicou.
336m³/sdescem daqui↓baixandode 351 para 336 m³/s em 2 h
Entre Castro Alves e Monte Claro, a bacia acrescenta
+639 m³/s
de chuva e afluentes.
contribuição da bacia · 15 dias→ estável
Barra abaixo da linha: chegou menos do que saiu. Acontece pelo tempo que a água leva no trecho.
2
Monte Claro
Rio das Antas
entra 974 m³/s
Entra e sai praticamente o mesmo. Não segura mais nada.
Está 1,25 m acima do máximo normal de operação — situação comum nesta usina. Faltam 5,75 m para o maximorum, o limite de projeto.
entra
974 m³/s
=o que entra, sai
sai
987 m³/s
Parou de segurar: 100% da saída passa direto.
Esta usina acumula 1,46 hm³ de volume útil, o suficiente para segurar cerca de 25 min da vazão que está saindo agora. A fonte não publica a porcentagem cheia dela.
nível a montante · últimas 12 horas↓baixando4 cm em 2 h
máx. normal 148,00 m
de 149,19 a 149,64 m nesta janelaamplitude 45 cm
A linha tracejada é o máximo normal de operação (148,00 m).
por onde a água sai
987 m³/s passam direto.
entra e sai · últimas 12 horassai↓baixandode 1.011 para 987 m³/s em 2 h
entra saimáx 1.436 m³/s · 06/11 → 11:00
últimos 15 dias · ANA/SAR
máx 1.880 m³/s
23/10 → 06/11uma leitura por dia, das 00h
medido
A saída caiu 18 m³/s da leitura anterior para esta. Não há projeção: o site mostra o que o operador publicou.
987m³/sdescem daqui↓baixandode 1.011 para 987 m³/s em 2 h
Chega em 14 de Julho menos do que sai de Monte Claro (932 contra 987 m³/s). A água leva tempo para percorrer o trecho, então as duas leituras da mesma hora não descrevem a mesma água.
Está 1,57 m acima do máximo normal de operação — situação comum nesta usina. Faltam 4,58 m para o maximorum, o limite de projeto.
entra
932 m³/s
▲subindo nível
sai
884 m³/s
Já passa água direto (100% da saída).
O resto sai pelas turbinas, que têm limite. Esta parte não é controlada.
Esta usina acumula 4,71 hm³ de volume útil, o suficiente para segurar cerca de 1 h da vazão que está saindo agora. A fonte não publica a porcentagem cheia dela.
nível a montante · últimas 12 horas↑subindo5 cm em 2 h
máx. normal 104,00 m
de 105,32 a 105,57 m nesta janelaamplitude 25 cm
A linha tracejada é o máximo normal de operação (104,00 m).
por onde a água sai
884 m³/s passam direto.
entra e sai · últimas 12 horassai↑subindode 838 para 884 m³/s em 2 h
entra saimáx 1.521 m³/s · 06/11 → 11:00
últimos 15 dias · ANA/SAR
máx 1.893 m³/s
23/10 → 06/11uma leitura por dia, das 00h
medido
A saída subiu 27 m³/s da leitura anterior para esta. Não há projeção: o site mostra o que o operador publicou.
O que está saindo da cadeia agora
884m³/s
↑subindode 838 para 884 m³/s em 2 h
Sai de 14 de Julho, a última barragem antes de Santa Tereza.
Daqui em diante o dado é de rio, medido a cada 15 minutos.
o que sai da cadeia chega em
Santa Tereza
5,44 m
baixando 16 cm/h · leitura de 11:00
De 14 de Julho até as primeiras cidades do Taquari o trecho é curto. O que sai agora chega em poucas horas.
Quais barragens do Taquari-Antas estão vertendo agora?
Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho. Verter é a água passar por cima do vertedouro. Essa parte da saída não tem controle de vazão.
Qual o nível dos reservatórios do Taquari-Antas agora?
Castro Alves 240,65 m (hoje 11:00). Monte Claro 149,25 m (hoje 11:00). 14 de Julho 105,57 m (hoje 11:00). Cada usina mede o nível na própria referência. Os números não se comparam entre usinas nem com o nível do rio nas cidades.
Por que olhar os reservatórios e não só o nível do rio?
O reservatório mostra a água antes de ela chegar na cidade. Na cheia de maio de 2024, o Passo Real recebeu 4.584 m³/s no dia 2 e soltou 2.215. No dia 4 já soltava 4.656, mais do que entrava. A régua das cidades abaixo só registrou isso horas depois. O que sai de um reservatório agora é o que chega na cidade abaixo nas horas seguintes — é a informação mais antecipada que este site tem.
Por que a bacia se chama Taquari-Antas?
Porque é o mesmo rio, com dois nomes ao longo do curso. As três barragens — Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho — ficam no trecho chamado rio das Antas. Depois delas o rio recebe o Carreiro e passa a se chamar Taquari, e é com esse nome que ele corre por Santa Tereza, Muçum, Encantado, Roca Sales, Lajeado, Bom Retiro do Sul e Taquari. O nome composto é o oficial da bacia justamente porque nenhum dos dois sozinho descreve o rio inteiro. A água que sai do 14 de Julho é a mesma que chega nessas cidades.
O que significam máximo normal e máximo maximorum?
São duas cotas do projeto de cada barragem. O máximo normal é o teto da faixa em que a usina opera no dia a dia: passar dele é comum e não indica emergência, e quatro das oito passam boa parte do tempo acima. O máximo maximorum é a cota mais alta prevista no projeto, dimensionada para a cheia extrema. Chegar perto dela é raro: em 946 dias de leituras, duas usinas passaram do maximorum, Monte Claro e 14 de Julho, nos dias 2 e 3 de maio de 2024, no pico da enchente histórica, e a estrutura resistiu nas duas. Nenhuma das duas cotas é a altura da barragem: a crista fica acima do maximorum.
O que significa um reservatório verter?
Verter é a água passar por cima do vertedouro. Essa parte da saída não tem controle: sai o que vier. Só acontece quando o reservatório não consegue mais segurar o que está chegando.
Qual a diferença entre vazão turbinada e vazão vertida?
Turbinada é a água que passa pelas turbinas. É controlada e tem limite físico. Vertida é a que passa pelo vertedouro, sem controle. Somadas, dão a defluência, que é o total que sai.
Como saber se um reservatório está segurando ou soltando água?
Compare a afluência com a defluência. Entra mais do que sai: está segurando e enchendo. Sai mais do que entra: está soltando, em geral para abrir espaço. Entra e sai o mesmo: não segura mais nada, o que chega passa.
De quanto em quanto tempo estes dados são atualizados?
Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho: a cada hora, pela CERAN. Dona Francisca: a cada hora, pela DFESA. Ernestina, Passo Real, Jacuí e Itaúba: uma vez por dia, pelo SAR da ANA, com a situação das 00h.
Por que alguns reservatórios mostram a hora e outros mostram 00h?
Porque cada operador publica no seu ritmo. Os quatro primeiros do Jacuí vêm do SAR, que divulga uma leitura por dia. É o único número que essas usinas publicam, e não é um dado atrasado. Os do Taquari e a Dona Francisca vêm de hora em hora.
Quais reservatórios ficam acima de Cachoeira do Sul?
Na ordem do rio: Ernestina, Passo Real, Jacuí, Itaúba e Dona Francisca. Depois a água segue para Cachoeira do Sul, Rio Pardo e São Jerônimo. No Taquari a sequência é Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho, e depois Santa Tereza, Muçum, Encantado, Roca Sales, Lajeado, Bom Retiro do Sul e Taquari.
Como o volume útil é calculado a partir do nível?
A ANA publica o volume útil já calculado. Ele depende do nível, mas não é proporcional a ele: o reservatório alarga conforme enche, então a mesma subida de nível vale mais volume quando ele já está cheio. Na Ernestina, cada 10 cm de nível valem 1,0% de volume na cota 486 m e 3,3% na cota 490 m. O cálculo usa a curva cota-área-volume de cada usina, que depende do formato do terreno alagado e não é publicada.
Volume útil em 100% significa enchente?
Não. Volume útil é quanto do armazenamento está ocupado. Um reservatório cheio perde a capacidade de segurar uma cheia nova, mas isso só vira enchente se continuar chovendo. O sinal mais direto é a vazão vertida.
Quanto tempo a água leva do reservatório até a cidade?
Depende da distância, da declividade e de quanto o rio já está cheio. Entre Dona Francisca e Cachoeira do Sul são cerca de dez horas. No Taquari o trecho é mais curto. Use como referência, não como previsão: o aviso oficial é o da Defesa Civil.
Estes dados são oficiais?
Sim. Vêm da CERAN, da DFESA e do SAR da ANA. O site coleta, organiza e explica. Não corrige nem estima os números publicados.
O nível do reservatório é o mesmo que o nível do rio na cidade?
Não. O nível do reservatório é a cota da água na barragem, medida na referência daquela usina. O nível do rio na cidade é a altura da régua naquele ponto. Os dois aparecem em metros e não se comparam. Para saber se a cidade está perto da cota de inundação, veja a página da cidade.
As barragens do Taquari-Antas correm risco de romper?
Este site não monitora a estrutura das barragens e não tem dado para responder isso. O que ele mostra é o que os operadores publicam: quanto entra, quanto sai e o nível. Segurança estrutural de barragem é responsabilidade do operador e da fiscalização federal, registrada no Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB). Em emergência, a Defesa Civil atende no 199.
Quem opera estas barragens e quem publica os dados?
Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho são operadas pela CERAN, Companhia Energética Rio das Antas, que publica de hora em hora. O histórico diário mais longo das três vem do SAR da ANA.
O hachurado marca a água que sai sem controle. A cor nunca é o único sinal.
Uma usina com leitura das 00h ao lado de outra das 20h não é falha de carregamento. É o que cada operador publica.
Fontes:
CERAN (Castro Alves, Monte Claro, 14 de Julho) ·
DFESA (Dona Francisca) ·
ANA/SAR (Ernestina, Passo Real, Jacuí, Itaúba).
Cotas de referência: ONS, cadastro de informações operacionais hidráulicas da bacia do Jacuí.
Atualizado em 2026-11-06 13:10.