As barragens estão enchendo e soltando mais água ao mesmo tempo.
Todas as cinco estão soltando mais água, e o nível sobe em todas.
desce da cadeia agora
1.320m³/s↑
subindo de 451 em 2 dias
típico 355máx 10.235 · mai/24
ficando nas barragens
793m³/s
88% na Passo Real
A vazão que desce e a chuva
O que sai de Dona Francisca e a chuva medida em Dona Francisca, no mesmo eixo de tempo: a chuva no alto, a vazão embaixo.
chuva, até 13 mm/hvazão em m³/s · pico 1.629
05001.0001.500
03/11 13h04/11 7h05/11 1h05/11 19hagora
Choveu 49 mm em Dona Francisca; a hora mais chuvosa foi 04/11 4h, com 13 mm. Sem leitura de chuva em 1 hora, então o total pode ser maior. A vazão que desce de Dona Francisca foi de 252 a 1.629 m³/s, com pico em 04/11 22h.
Vazão de hora em hora, publicada pelo operador (DFESA). Chuva medida na estação de Dona Francisca, um ponto só, não a média da bacia. O número do topo é o das 00:00, a hora em que todas as barragens da cadeia publicam; aqui a linha segue até a última hora. Pontilhado: típico, 355 m³/s.
chuva, até 16 mm/hvazão em m³/s · pico 1.629
05001.0001.500
30/1001/1103/1104/11agora
Choveu 65 mm em Dona Francisca; a hora mais chuvosa foi 31/10 15h, com 16 mm. Sem leitura de chuva em 2 horas, então o total pode ser maior. A vazão que desce de Dona Francisca foi de 105 a 1.629 m³/s, com pico em 04/11 22h.
Vazão de hora em hora, publicada pelo operador (DFESA). Chuva medida na estação de Dona Francisca, um ponto só, não a média da bacia. O número do topo é o das 00:00, a hora em que todas as barragens da cadeia publicam; aqui a linha segue até a última hora. Pontilhado: típico, 355 m³/s.
chuva, até 46 mm/diavazão em m³/s · pico 1.629
05001.0001.500
22/1026/1030/1002/11agora
Choveu 100 mm em Dona Francisca; o dia mais chuvoso foi 04/11, com 46 mm. Sem leitura de chuva em 6 horas, então o total pode ser maior. A vazão que desce de Dona Francisca foi de 105 a 1.629 m³/s, com pico em 04/11 22h.
Vazão de hora em hora, publicada pelo operador (DFESA). Chuva medida na estação de Dona Francisca, um ponto só, não a média da bacia. O número do topo é o das 00:00, a hora em que todas as barragens da cadeia publicam; aqui a linha segue até a última hora. Pontilhado: típico, 355 m³/s.
chuva, até 81 mm/diavazão em m³/s · pico 1.873
01.0002.000
07/1015/1022/1030/10agora
Choveu 213 mm em Dona Francisca; o dia mais chuvoso foi 08/10, com 81 mm. Sem leitura de chuva em 8 horas, então o total pode ser maior. A vazão que desce de Dona Francisca foi de 105 a 1.873 m³/s, com pico em 09/10 0h.
Vazão de hora em hora, publicada pelo operador (DFESA). Chuva medida na estação de Dona Francisca, um ponto só, não a média da bacia. O número do topo é o das 00:00, a hora em que todas as barragens da cadeia publicam; aqui a linha segue até a última hora. Pontilhado: típico, 355 m³/s.
chuva, até 81 mm/diavazão em m³/s · pico 2.955
01.0002.0003.000
07/0922/0907/1022/10agora
Choveu 514 mm em Dona Francisca; o dia mais chuvoso foi 08/10, com 81 mm. Sem leitura de chuva em 8 horas, então o total pode ser maior. Na média de cada dia, a vazão que desce de Dona Francisca ficou entre 269 e 2.955 m³/s, maior em 30/09. De hora em hora, o maior valor foi 3.411 m³/s em 29/09 19h.
Vazão em média diária (ANA/SAR). Chuva medida na estação de Dona Francisca, um ponto só, não a média da bacia. Pontilhado: típico, 355 m³/s.
chuva, até 81 mm/diavazão em m³/s · pico 2.955
01.0002.0003.000
08/0831/0822/0915/10agora
Choveu 641 mm em Dona Francisca; o dia mais chuvoso foi 08/10, com 81 mm. Sem leitura de chuva em 14 horas, então o total pode ser maior. Na média de cada dia, a vazão que desce de Dona Francisca ficou entre 269 e 2.955 m³/s, maior em 30/09. De hora em hora, o maior valor foi 3.411 m³/s em 29/09 19h.
Vazão em média diária (ANA/SAR). Chuva medida na estação de Dona Francisca, um ponto só, não a média da bacia. Pontilhado: típico, 355 m³/s.
Ernestina, Passo Real, Jacuí, Itaúba e Dona Francisca, no rio Jacuí. Os quatro primeiros têm uma leitura por dia, das 00h, pelo SAR da ANA; a Dona Francisca é de hora em hora, pela DFESA.
= chuva e afluentes do trecho: o que sai de uma barragem + a gota = o que entra na seguinte.
As duas barras de cada box comparam os dois números: a de baixo mais comprida = saindo mais do que entra;
iguais = entra e sai o mesmo; a de cima mais comprida = segurando água. Tudo em m³/s.
Últimos 30 dias, lado a lado
leitura diária · SAR/ANA · escala própria por barragem
Está 1,04 m acima do máximo normal de operação — situação comum nesta usina. Faltam 1,77 m para o maximorum, o limite de projeto.
entra
268 m³/s
▼baixando nível
sai
307 m³/s
Parou de segurar: 92% da saída passa direto.
Daqui para baixo, o que chegar segue para a próxima cidade sem ser retido.
Volume útil: quanto já está armazenado
134,6% do útil
Está acima do nível máximo de operação. Não há espaço livre: o que chegar tem de sair.
nível a montante · últimos 15 dias↑subindo86 cm em 2 dias
máx. normal 489,50 m
de 489,64 a 490,58 m nesta janelaamplitude 94 cm
A linha tracejada é o máximo normal de operação (489,50 m). A escala vertical é ampliada e mede no mínimo 10% da faixa de operação desta usina, esticada até caber o máximo normal, para que uma oscilação pequena não pareça uma queda.
por onde a água sai
14 m³/s pelas turbinas. Saída controlada, com teto físico.
282 m³/s passam direto. Sai pelo vertedouro, que não tem controle de vazão. Só acontece quando o reservatório não consegue mais segurar.
entra e sai · últimos 15 diassai↑subindode 35 para 307 m³/s em 2 dias
entra saimáx 982 m³/s · 23/10 → hoje
leitura das 00h
Este número é a situação da meia-noite de hoje. A cadeia inteira é apresentada pela leitura das 00:00 — o único instante em que todas publicam juntas.
307m³/sdescem daqui↑subindode 35 para 307 m³/s em 2 dias
Entre Ernestina e Passo Real, a bacia acrescenta
+1.146 m³/s
de chuva e afluentes.
contribuição da bacia · 15 dias↑ subindo
Barra abaixo da linha: chegou menos do que saiu. Acontece pelo tempo que a água leva no trecho.
Está dentro da faixa normal de operação, 5,49 m abaixo do máximo normal.
entra
1.453 m³/s
▲subindo nível
sai
755 m³/s
Já passa água direto (58% da saída).
O resto sai pelas turbinas, que têm limite. Esta parte não é controlada.
Volume útil: quanto já está armazenado
67,0% cheio
33,0% de espaço livre neste reservatório.
nível a montante · últimos 15 dias↑subindo60 cm em 2 dias
máx. normal 327,00 m
de 320,84 a 321,51 m nesta janelaamplitude 67 cm
A linha tracejada é o máximo normal de operação (327,00 m).
por onde a água sai
320 m³/s pelas turbinas. Saída controlada, com teto físico.
435 m³/s passam direto.
entra e sai · últimos 15 diassai↑subindode 188 para 755 m³/s em 2 dias
entra saimáx 1.453 m³/s · 23/10 → hoje
leitura das 00h
Este número é a situação da meia-noite de hoje.
755m³/sdescem daqui↑subindode 188 para 755 m³/s em 2 dias
Chega em Jacuí menos do que sai de Passo Real (733 contra 755 m³/s). A água leva tempo para percorrer o trecho, então as duas leituras da mesma hora não descrevem a mesma água.
contribuição da bacia · 15 dias↓ baixando
3
Jacuí
Rio Jacuí
entra 733 m³/s
Entra e sai praticamente o mesmo. Não segura mais nada.
Está dentro da faixa normal de operação, 4,02 m abaixo do máximo normal.
entra
733 m³/s
=o que entra, sai
sai
712 m³/s
Parou de segurar: 100% da saída passa direto.
A usina está em obras desde as cheias de maio de 2024 e não gera energia. Sem turbinas disponíveis, toda a água que sai passa pelo vertedouro. Isso não indica que o reservatório esteja cheio ou sobrecarregado. Previsão de retomada: 31/12/2026.
Esta usina acumula 24,40 hm³ de volume útil, o suficiente para segurar cerca de 10 h da vazão que está saindo agora. A fonte não publica a porcentagem cheia dela.
nível a montante · últimos 15 dias↑subindo1,16 m em 2 dias
de 274,61 a 275,87 m nesta janelaamplitude 1,26 m
Toda esta janela está abaixo do máximo normal de operação (279,89 m) — a faixa hachurada no topo marca o lado dele.
por onde a água sai
712 m³/s passam direto.
entra e sai · últimos 15 diassai↑subindode 199 para 712 m³/s em 2 dias
entra saimáx 733 m³/s · 23/10 → hoje
leitura das 00h
Este número é a situação da meia-noite de hoje.
712m³/sdescem daqui↑subindode 199 para 712 m³/s em 2 dias
Entre Jacuí e Itaúba, a bacia acrescenta
+347 m³/s
de chuva e afluentes.
Está dentro da faixa normal de operação, 2,55 m abaixo do máximo normal.
entra
1.059 m³/s
▲subindo nível
sai
946 m³/s
Já passa água direto (43% da saída).
Esta usina acumula 158,20 hm³ de volume útil, o suficiente para segurar cerca de 46 h da vazão que está saindo agora. A fonte não publica a porcentagem cheia dela.
nível a montante · últimos 15 dias↑subindo2,65 m em 2 dias
máx. normal 184,00 m
de 178,80 a 181,45 m nesta janelaamplitude 2,65 m
A linha tracejada é o máximo normal de operação (184,00 m).
por onde a água sai
539 m³/s pelas turbinas. Saída controlada, com teto físico.
407 m³/s passam direto.
entra e sai · últimos 15 diassai↑subindode 543 para 946 m³/s em 2 dias
entra saimáx 1.059 m³/s · 23/10 → hoje
leitura das 00h
Este número é a situação da meia-noite de hoje.
946m³/sdescem daqui↑subindode 543 para 946 m³/s em 2 dias
Entre Itaúba e Dona Francisca, a bacia acrescenta
+374 m³/s
de chuva e afluentes.
contribuição da bacia · 15 dias↓ baixando
5
Dona Francisca
Rio Jacuí
entra 1.320 m³/s
Reservatório e cidade monitorada. É o único ponto onde a operação da usina, de hora em hora, aparece junto com a régua do rio, de 15 em 15 minutos.
Entra e sai praticamente o mesmo. Não segura mais nada.
Está 1,32 m acima do máximo normal de operação — situação comum nesta usina. Faltam 4,68 m para o maximorum, o limite de projeto.
entra
1.320 m³/s
=o que entra, sai
sai
1.320 m³/s
Parou de segurar: 74% da saída passa direto.
Volume útil: quanto já está armazenado
140,0% do útil
Está acima do nível máximo de operação. Não há espaço livre: o que chegar tem de sair.
nível a montante · últimos 15 dias↑subindo77 cm em 2 dias
máx. normal 94,50 m
de 94,71 a 96,10 m nesta janelaamplitude 1,39 m
A linha tracejada é o máximo normal de operação (94,50 m).
por onde a água sai
349 m³/s pelas turbinas. Saída controlada, com teto físico.
971 m³/s passam direto.
entra e sai · últimos 15 diassai↑subindode 451 para 1.269 m³/s em 2 dias
entra saimáx 1.269 m³/s · 23/10 → hoje
últimos 15 dias · ANA/SAR
máx 1.269 m³/s
23/10 → 06/11uma leitura por dia, das 00h
O histórico longo desta usina só existe em ritmo diário, no SAR da ANA. Fica separado do gráfico de cima porque uma barra de hora e uma de dia não podem ter o mesmo tamanho.
leitura das 00h
Este número é a situação da meia-noite de hoje. A DFESA publica de hora em hora — a leitura mais recente (11:00) registrava saída de 1.131 m³/s.
O que está saindo da cadeia agora
1.320m³/s
↑subindode 451 para 1.269 m³/s em 2 dias
Sai de Dona Francisca, a última barragem antes de Cachoeira do Sul.
Daqui em diante o dado é de rio, medido a cada 15 minutos.
o que sai da cadeia chega em
Cachoeira do Sul
6,09 m
subindo 2 cm/h · leitura de 12:00
A água leva cerca de dez horas de Dona Francisca até Cachoeira do Sul.
Ernestina, Passo Real, Jacuí, Itaúba e Dona Francisca. Verter é a água passar por cima do vertedouro. Essa parte da saída não tem controle de vazão.
Qual o nível dos reservatórios do Jacuí agora?
Ernestina 490,54 m (hoje 00:00). Passo Real 321,51 m (hoje 00:00). Jacuí 275,87 m (hoje 00:00). Itaúba 181,45 m (hoje 00:00). Dona Francisca 95,82 m (hoje 00:00). Cada usina mede o nível na própria referência. Os números não se comparam entre usinas nem com o nível do rio nas cidades.
Por que olhar os reservatórios e não só o nível do rio?
O reservatório mostra a água antes de ela chegar na cidade. Na cheia de maio de 2024, o Passo Real recebeu 4.584 m³/s no dia 2 e soltou 2.215. No dia 4 já soltava 4.656, mais do que entrava. A régua das cidades abaixo só registrou isso horas depois. O que sai de um reservatório agora é o que chega na cidade abaixo nas horas seguintes — é a informação mais antecipada que este site tem.
Por que a bacia se chama Taquari-Antas?
Porque é o mesmo rio, com dois nomes ao longo do curso. As três barragens — Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho — ficam no trecho chamado rio das Antas. Depois delas o rio recebe o Carreiro e passa a se chamar Taquari, e é com esse nome que ele corre por Santa Tereza, Muçum, Encantado, Roca Sales, Lajeado, Bom Retiro do Sul e Taquari. O nome composto é o oficial da bacia justamente porque nenhum dos dois sozinho descreve o rio inteiro. A água que sai do 14 de Julho é a mesma que chega nessas cidades.
O que significam máximo normal e máximo maximorum?
São duas cotas do projeto de cada barragem. O máximo normal é o teto da faixa em que a usina opera no dia a dia: passar dele é comum e não indica emergência, e quatro das oito passam boa parte do tempo acima. O máximo maximorum é a cota mais alta prevista no projeto, dimensionada para a cheia extrema. Chegar perto dela é raro: em 946 dias de leituras, duas usinas passaram do maximorum, Monte Claro e 14 de Julho, nos dias 2 e 3 de maio de 2024, no pico da enchente histórica, e a estrutura resistiu nas duas. Nenhuma das duas cotas é a altura da barragem: a crista fica acima do maximorum.
O que significa um reservatório verter?
Verter é a água passar por cima do vertedouro. Essa parte da saída não tem controle: sai o que vier. Só acontece quando o reservatório não consegue mais segurar o que está chegando.
Qual a diferença entre vazão turbinada e vazão vertida?
Turbinada é a água que passa pelas turbinas. É controlada e tem limite físico. Vertida é a que passa pelo vertedouro, sem controle. Somadas, dão a defluência, que é o total que sai.
Como saber se um reservatório está segurando ou soltando água?
Compare a afluência com a defluência. Entra mais do que sai: está segurando e enchendo. Sai mais do que entra: está soltando, em geral para abrir espaço. Entra e sai o mesmo: não segura mais nada, o que chega passa.
De quanto em quanto tempo estes dados são atualizados?
Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho: a cada hora, pela CERAN. Dona Francisca: a cada hora, pela DFESA. Ernestina, Passo Real, Jacuí e Itaúba: uma vez por dia, pelo SAR da ANA, com a situação das 00h.
Por que alguns reservatórios mostram a hora e outros mostram 00h?
Porque cada operador publica no seu ritmo. Os quatro primeiros do Jacuí vêm do SAR, que divulga uma leitura por dia. É o único número que essas usinas publicam, e não é um dado atrasado. Os do Taquari e a Dona Francisca vêm de hora em hora.
Quais reservatórios ficam acima de Cachoeira do Sul?
Na ordem do rio: Ernestina, Passo Real, Jacuí, Itaúba e Dona Francisca. Depois a água segue para Cachoeira do Sul, Rio Pardo e São Jerônimo. No Taquari a sequência é Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho, e depois Santa Tereza, Muçum, Encantado, Roca Sales, Lajeado, Bom Retiro do Sul e Taquari.
Como o volume útil é calculado a partir do nível?
A ANA publica o volume útil já calculado. Ele depende do nível, mas não é proporcional a ele: o reservatório alarga conforme enche, então a mesma subida de nível vale mais volume quando ele já está cheio. Na Ernestina, cada 10 cm de nível valem 1,0% de volume na cota 486 m e 3,3% na cota 490 m. O cálculo usa a curva cota-área-volume de cada usina, que depende do formato do terreno alagado e não é publicada.
Volume útil em 100% significa enchente?
Não. Volume útil é quanto do armazenamento está ocupado. Um reservatório cheio perde a capacidade de segurar uma cheia nova, mas isso só vira enchente se continuar chovendo. O sinal mais direto é a vazão vertida.
Quanto tempo a água leva do reservatório até a cidade?
Depende da distância, da declividade e de quanto o rio já está cheio. Entre Dona Francisca e Cachoeira do Sul são cerca de dez horas. No Taquari o trecho é mais curto. Use como referência, não como previsão: o aviso oficial é o da Defesa Civil.
Estes dados são oficiais?
Sim. Vêm da CERAN, da DFESA e do SAR da ANA. O site coleta, organiza e explica. Não corrige nem estima os números publicados.
O nível do reservatório é o mesmo que o nível do rio na cidade?
Não. O nível do reservatório é a cota da água na barragem, medida na referência daquela usina. O nível do rio na cidade é a altura da régua naquele ponto. Os dois aparecem em metros e não se comparam. Para saber se a cidade está perto da cota de inundação, veja a página da cidade.
As barragens do Jacuí correm risco de romper?
Este site não monitora a estrutura das barragens e não tem dado para responder isso. O que ele mostra é o que os operadores publicam: quanto entra, quanto sai e o nível. Segurança estrutural de barragem é responsabilidade do operador e da fiscalização federal, registrada no Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB). Em emergência, a Defesa Civil atende no 199.
Quem opera estas barragens e quem publica os dados?
Ernestina, Passo Real, Jacuí e Itaúba: os dados vêm do SAR da ANA, o Sistema de Acompanhamento de Reservatórios, com uma leitura por dia referente às 00h. Dona Francisca: a DFESA, Dona Francisca Energética S.A., opera a usina e publica de hora em hora.
O hachurado marca a água que sai sem controle. A cor nunca é o único sinal.
Uma usina com leitura das 00h ao lado de outra das 20h não é falha de carregamento. É o que cada operador publica.
Fontes:
CERAN (Castro Alves, Monte Claro, 14 de Julho) ·
DFESA (Dona Francisca) ·
ANA/SAR (Ernestina, Passo Real, Jacuí, Itaúba).
Cotas de referência: ONS, cadastro de informações operacionais hidráulicas da bacia do Jacuí.
Atualizado em 2026-11-06 13:17.